As BIKES

Então é isso! Para pedalar precisa de bicicleta. Elas são numerosas aqui em casa. Tem até uma caloi cruiser safari branca, de 1990 com 50 km rodados!

Faz parte da filosofia da meta dos 50.000km NÃO INVESTIR em equipamentos. A idéia é fazer com que aconteça com o que já acumulei. Assim como a experiência, o equipamento precisa render. Então vamos fazê-lo render!

A primeira e mais usada bike é uma Specialized Hard Rock, novinha. Está comigo desde 1.999. Tem uns 10.000 km rodados. Comprei ela usada. É feita do bom e velho ferro. Esta bike pesa 14 kgs. É grande para o meu tamanho, o que faz ser muito confortável mas pouco manobrável. Tem câmbio Shimano Alivio de 24 velocidades e amortecedor dianteiro "de brincadeirinha". Uma vez decidi trocar de bike e comprei uma Scott (já já falamos dela) de alumínio. Para pagar deixei a Specialized e mais um dinheiro importante. Era um sábado. Fui para casa, pedalei um pouco, liguei na loja e recomprei a Specialized... Esta bicicleta é muito confortável e confiável. Vale a pena manter. Tem pouco valor comercial e isto também é ótimo!
Descendo a serra de São Roque/SP uma vez atingi os 77 km com ela, que estável e segura foi até o final da serra sem problema algum.
A "Spec"  vai ser usada para o dia a dia. Pequenas viagens e passeios.

A segunda é a Scott Scale 60. Tem 7 anos de vida, uns 3.000 km rodados. Pesa uns 12kg. Tem 27 velocidades, suspensão dianteira "de verdade", pedal clip, posição de pedal mais esportivo. Excelente para pequenas provas e para passeios de montanha. O mais interessante desta bike são a posição mais agressiva de pedalar e o quadro de alumínio. A posição permite uma pedalada mais potente. O quadro de alumínio, por incrível que pareça, mais pelo processo de produção do que pelo material em si, é mais duro do que o quadro de ferro. Então, a arrancada dela é sensacional. A tração excepcional. Em uma subida com lama você nunca patina. O trade off é que ela transmite cada saliência da rua para o ciclista. Por ser mais dura vibra mais. Nunca consegui passar dos 65 km/h com ela, nem em "queda livre", rss.
A "Scott" vai ser usada para trilhas mais pesadas, dias de festa, pedal com mais pessoas que gostem de acelerar e, se Deus quiser e a Bibi aprovar, pequenas provas de montanha.




A terceira é a "negona". Minha querida Scott Spark 20. Tem 5 anos de vida, menos de 500 km rodados. Esta uma verdadeira full suspention (bike da terceira idade, mesmo!) de carbono, com câmbio de 27 velocidades, suspensão top. Pesa apenas 9 kg e poderia pesar menos. Tudo nela é de primeira.
A "Spark" é usada apenas para trilhas e provas mais duras (pela kilometragem dá para ver que faço pouco isso!). Vamos ver o que acontece nestes tempos!


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